Corpo de Bombeiros intensifica atividades de prevenção a incêndios em matas

A soma de tempo seco e ação humana são as principais causas de incêndios florestais no pará

O Corpo de Bombeiros Militar do Pará intensificou, desde o início deste mês, os alertas de prevenção para o período de maior índice de focos de incêndios em vegetação. A união do tempo seco, com a ação humana, são as principais causas dos incêndios florestais registrados no Estado.

O Corpo de Bombeiros Militares do Pará intensificou, desde o início de agosto, os alertas de prevenção para o período de maior índice de incêndios em matas.

Até o fim da primeira semana de agosto, 40 ocorrências de incêndios em matas foram registradas, o que totaliza 23 casos a mais se comparado aos índices do mesmo período do ano passado. “De acordo com a Defesa Civil, o efeito ‘La Niña’ irá acontecer este ano. Assim, o verão será mais rigoroso e não poderemos contar com as chuvas. Consequentemente, teremos mais focos de queimadas”, destacou o Bombeiro Militar especialista em incêndio florestal, cabo Júlio Galúcio.

La Niña é um fenômeno natural que, oposto ao El Niño, resfria a temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico Tropical Central e Oriental, assim diminuindo o número de chuvas na região.

O Corpo de Bombeiros Militar do Pará intensificou, desde o início deste mês, os alertas de prevenção para o período de maior índice de focos de incêndios em vegetação. A união do tempo seco, com a ação humana, são as principais causas dos incêndios florestais registrados no Estado.

O Corpo de Bombeiros Militares do Pará intensificou, desde o início de agosto, os alertas de prevenção para o período de maior índice de incêndios em matas.

Até o fim da primeira semana de agosto, 40 ocorrências de incêndios em matas foram registradas, o que totaliza 23 casos a mais se comparado aos índices do mesmo período do ano passado. “De acordo com a Defesa Civil, o efeito ‘La Niña’ irá acontecer este ano. Assim, o verão será mais rigoroso e não poderemos contar com as chuvas. Consequentemente, teremos mais focos de queimadas”, destacou o Bombeiro Militar especialista em incêndio florestal, cabo Júlio Galúcio.

La Niña é um fenômeno natural que, oposto ao El Niño, resfria a temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico Tropical Central e Oriental, assim diminuindo o número de chuvas na região.

A junção do tempo seco com a ação humana é a principal causa dos incêndios florestais registrados no Pará. Em 2018, das 483 ocorrências de incêndios atendidas pelos bombeiros, 281 foram em áreas de vegetação. Somente em agosto de 2018, foram registrados 135 casos de incêndios em áreas de vegetação.

“Mais do que nunca, precisamos trabalhar a prevenção aos incêndios. Temos algumas programações relacionadas a cursos, como a implantação da brigada voluntária de Incêndio de Alter do Chão. Também temos programado um curso na Base Xingu, em Moraes de Almeida, direcionado aos militares do Exército. Levamos esses conhecimentos para que as pessoas estejam preparadas para nos auxiliar, especialmente nestes pequenos focos de incêndio. Menos incêndios significam menos danos para a natureza e para as pessoas”, afirmou o cabo Galúcio.

O Corpo de Bombeiros orienta a população paraense sobre as regras mais básicas de segurança e prevenção de queimadas:
• Jamais jogar bituca de cigarro no chão.
• Jamais jogar lixo em terrenos baldios, pois até uma simples garrafa de vidro, em contato com a luz do sol, pode iniciar um incêndio.
• Quando for usar uma fogueira ou churrasqueira de chão, é necessário que essas sejam postas em locais limpos e que não entrem em contato com outros materiais, a fim de evitar a proliferação do fogo caso esse fuja de controle.
• A utilização de fogos muito grandes necessita de autorização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente local.

O Liberal

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