Crises internas em redes sociais políticas no Estado do Pará, chama atenção da Polícia Federal e MP

Em segredo de justiça o  Supremo Tribunal Federal (STF), com o apoio da Polícia Federal e Ministério Público, determinou que  contas em redes sociais e do WhatsApp de pessoas que fazem o uso de forma indevida para denegrir a imagem de outras pessoas, com calúniadifamação, sejam investigadas pela polícia.

Em decisão sigilosa, o STF, convocará representantes das empresas internacionais como Facebook, WhatsApp, entre outros, para uma reunião em Brasília para tratar do assunto. De acordo com informações, pessoas suspeitas de praticarem esse tipo de crime virtual, poderão ter buscas e apreensões realizadas pela Polícia Federal.

A medida é resultado de uma investigação instaurada a pedido do presidente da Corte, ministro Dias Toffolli, em 14 de março. De acordo com informações, o objetivo  é apurar esse tipo de conteúdo. O STF determina  também  que a PF tenha acesso a “documentos e dados armazenados em arquivos eletrônicos” e que colha depoimentos de pessoas que praticarem esse tipo de crime.

Segundo informações, Parauapebas também está no alvo do Ministério Público e Polícia Federal. Um grupo de pessoas não identificadas tem espalhado várias notícias nas redes sociais denegrindo e caluniando pessoas na cidade. Sem falar nas Fake News, produzidas diariamente nas redes sociais.

De acordo com informações, a PF investiga também, um hacker Parauapebense que entrou no sistema do poder judiciário do estado de Minas Gerais e decretou prisão indevida, burlando todo sistema da justiça. Esse tipo de crime tem se tornado cada vez mais comum. A Polícia Federal cumpriu na última terça-feira (22) quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento na invasão de celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, do procurador Deltan Dallagnol e de outros integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato.

Direto da Redação do Portal do Carajás

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