Justiça bloqueia novamente bens do Prefeito Darci Lermen e secretários por suposto desvio de dinheiro público, em Parauapebas

A Justiça determinou o bloqueio novamente de bens do prefeito Darci Lermen (MDB) e mais quatro pessoas, envolvidas supostamente em um esquema criminoso. O documento foi expedido no dia 29 de outubro de 2019 e divulgado na manhã dessa quarta-feira (6), em Parauapebas, pelo Juiz Dr. Lauro Fontes Júnior.

De acordo com informações, essa é a quarta vez que o prefeito tem seus bens bloqueados pela justiça.

Segundo informações da justiça, os acusados foram denunciados por participar supostamente de um esquema de irregularidades e desvios em quase R$ 5 milhões.

VEJA A DECISÃO DA JUSTIÇA.

Trata-se de ação popular ajuizada por CARLOS DANIEL BRAGA DE JESUS em desfavor do
MUNICÍPIO DE PARAUAPEBAS, DARCI JOSÉ LERMEN, atual gestor municipal, KENISTON DE
JESUS RÊGO BRAGA, Secretário Municipal de Fazenda, EDSON LUIZ BONETTI, ex-chefe de
Gabinete, MARIA SILVANA DE FARIA SOUZA, ex-Secretária de Obras e PEDRO ARLAN CABRAL.
Narra a inicial que o município, no correr do ano de 2017, teria iniciado processo de desapropriação de área
medindo 145 mil metros quadrados, pelo valor de R$ 41,37 (quarenta e um reais e trinta e sete centavos) por
metro quadrado, com a finalidade de receber a construção do futuro Pólo Universitário. Tal aquisição adviria
do Convênio n. 003/16, que exigiu, para tal escopo, 30 mil metros quadrados de área utilizável. Grosso modo,
foram alegadas inúmeras irregularidades: (a) superfaturamento, gerando prejuízo de quase 05 (cinco) milhões
ao erário; (b) celeridade do procedimento, inclusive na fase de implementação do pagamento; (c)
desnecessidade da aquisição da referida área, já que outra já fora adquirida; (d) violação ao princípio da
impessoalidade, com favorecimento para parente de agente político. Diante desses fatos, foi manejada a
presente ação popular, em que se requereu, a título de tutela de urgência, a indisponibilidade dos bens dos
réus, além do afastamento do gestor público.

Decisão judicial

Até o fechamento dessa matéria nossa equipe de reportagem não conseguiu contato com os acusados para falar sobre a decisão judicial.

Clique aqui e veja os documentos da Decisão judicial.

Fonte: Direto da Redação do Portal do Carajás

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