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Pará registra quase 43 mil alunos na fase final da Olimpíada Brasileira de Matemática

Em 2018, mais de 950 mil alunos do estado se inscreveram na competição. O Pará ocupa a 17ª posição no ranking e acumula mais de 500 medalhas conquistadas. Fase final acontece no dia 15 de setembro.

A organização da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBMEP) divulgou a lista com os alunos aptos para realizar a prova da fase final da competição, e quase 43 mil alunos do Pará estão qualificados para a prova que acontece no dia 15 de setembro.

A coordenação da OBMEP no estado espera alcançar a marca de um milhão de estudantes inscritos nos próximos anos. Segundo o professor José Augusto Fernandes, coordenador da OBMEP no Pará, a participação na competição melhora a qualidade de vida do aluno dentro e fora da escola.

“Fizemos uma pesquisa aqui no Estado que aponta uma melhora na qualidade de vida do aluno que é premiado na Olimpíada. Eles melhoram na escola, ficam mais focados, aprendem com mais facilidade e se sentem mais seguros para encarar o vestibular. Temos vários casos de estudantes que depois da OBMEP se tornaram muito melhores”, explicou o coordenador.

Atualmente, o Pará está em 17º na classificação geral, mas já conquistou um quarto lugar, sempre obtendo diversas conquistas de medalhas de ouro, prata, bronze e menções honrosas. Ao todo, de 2010 até 2017, os alunos paraenses conquistaram mais de 500 medalhas.

Maicon Souza, que hoje faz o curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Pará (UFPA), foi um dos paraenses que conquistaram medalhas: uma de ouro e duas de prata.

“Me inscrevi pela primeira vez na OBMEP quando estava no ensino fundamental e ganhei uma menção honrosa. Aquilo para mim foi demais, meus pais ficaram muito orgulhosos, tanto que fizeram até uma moldura e até hoje esse certificado está pendurado na parede da sala da casa da minha família em Ponta de Pedras. Aquele certificado começou a mudar a minha vida”, contou o universitário que mora em Belém, mas que é natural de Ponta de Pedras, no Marajó.

“Foi quando percebi que eu não podia apenas terminar o Ensino Médio e ter um emprego qualquer. Estudei muito e hoje estou quase me formando na UFPA”, concluiu.

Fonte:G1 Pará

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