PF desarticula célula de facção criminosa no Amapá

A Polícia Federal deflagrou hoje (12) a Operação Distúrbio, com o objetivo de desarticular uma célula de facção criminosa especializada em tráfico internacional de armas e drogas que atuava no Amapá.

De acordo com os investigadores, a célula faz parte de um grupo que agia em todo o território nacional.

Entre os crimes praticados, há também os de homicídio, além de assalto a estabelecimentos comerciais do Amapá.

Na operação deflagrada nesta manhã, cerca de 50 policiais cumpriram 12 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão nos municípios de Macapá e Tartarugalzinho.

Execução de crimes

Alguns desses mandados foram cumpridos no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).

Segundo a PF, foi a partir de lá que as lideranças regionais planejavam e controlavam a execução dos crimes, motivo pelo qual a Justiça estadual determinou a transferência de uma dessas lideranças para um presídio federal.

Segundo os investigadores, o principal investigado é um preso que se autodenomina “Geral do Estado do Amapá”.

Indiciado em 2015 por compor e liderar organização criminosa, ele cumpre pena de 25 anos e 6 meses por tráfico de entorpecentes.

A PF informou que a investigação teve início em abril de 2017. Desde então foram identificadas “estreitas ligações” entre lideranças localizadas em outros estados, mas que teriam como principal interlocutor um presidiário em São Paulo.

Por meio de nota, a PF acrescentou que os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, roubo, corrupção de menores, favorecimento pessoal, tentativa de homicídio, porte de arma de fogo e associação para o tráfico.

Edição: Kleber Sampaio/ Agência Brasil

Artigos relacionados

DEIXAR UM COMENTÁRIO

Política de moderação de comentários: A legislação brasileira prevê a possibilidade de se responsabilizar o blogueiro ou o jornalista responsável por blogs e/ou sites e portais de notícias, inclusive quanto a comentários. Portanto, o jornalista responsável por este Portal de Notícias reserva a si o direito de não publicar comentários que firam a lei, a ética ou quaisquer outros princípios da boa convivência. Não serão aceitos comentários anônimos ou que envolvam crimes de calúnia, ofensa, falsidade ideológica, multiplicidade de nomes para um mesmo IP ou invasão de privacidade pessoal e/ou familiar a qualquer pessoa. Comentários sobre assuntos que não são tratados aqui também poderão ser suprimidos, bem como comentários com links. Este é um espaço público e coletivo e merece ser mantido limpo para o bem-estar de todos nós.

Adblock Detectado

Considere nos apoiar desabilitando o bloqueador de anúncios